terça-feira, 11 de novembro de 2008

Fernanda

A mim descrevê-la e como falar da perfeição:
beleza padrao, sorriso inconfundivel e a gargalhada...
doces memorias, doces desejos, doces momentos doces, doces... enérgitico diria...
tempos imemorias, tempos que nao voltam mais, sem rima sem prosa, sem versos perdidos. Linda, sempre mais do que se deseja, impar, como todos mas diferente, muito mais impar que qualquer outra.
Não se pode dizer que a conhece, ela muda a cada estacao
linda no inverno, perfeita no verão... charme, clareza no olhar.
Palavras se intimidam ao descreve-la, dizer quem ela é nao ousaria,
nao conheco o universo todo que a cerca.
Dizer quem ela pode ser, não me arrisco, não acertaria.
Para mim o suprasumo da essencia mais rara jamais descrita em súmulas ou quimeras...
jamais a deixarei só, e você sabe não é mesmo, amor de todas as minhas vidas...
bom falar de Fernanda e falar de mim mesmo, é falar do que somos e fomos.
É falar do brilho intenso que surge ao vê-la entrar, onde quer que seja e encher o ambiente com sua luz inconfudivel.
Blá.

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