Sempre viajei parado...
estático, sem sair do lugar.
Logo na primeira incursão pelo mundo
do deslocamento físico, me apaixonei.
Apaixonei pelo novo.
Apaixonei-me pelo povo.
O lugar não importa, importa é o estar.
Claro que sou como o vento, sutil se preciso,
eterno no passar, e às vezes forte e ameaçador ao chegar.
Pura ilusão de ótica, basta um sopro e para-se o corpo.
Em tudo o que fazemos a algo implícito.
Nestes dois dias eternos, ficou o impresso, o lido e o verso.
Ficou a prosa, o fogo na lenha a aquecer o espaço.
O gosto ímpar, cozinhar.
Cozinhar a vida em fogo, lento, em caldeira de tempo, e com os ingradientes:
amor, carinho, respeito e um pouco de sorriso, mexa tudo e sirva bem quente.
Meu Sol, senti sua falta, vi o quanto preciso de você - achei que sabia, até sentir o quao bela é sua presença.
Amo e pronto, tem que ter por quê?
Livros e auto ajuda
Há 14 anos